Um detalhe aparentemente simples acabou se transformando em um dos episódios mais curiosos do BBB 26. Na tarde de quinta-feira (29), Solange Couto ainda circulava pela casa usando a chamada "coroa de plantas", acessório recebido durante o Sincerão realizado na segunda-feira (26). O uso contínuo do adereço, no entanto, não fazia parte de nenhuma punição oficial do reality, o que fez com que a atriz permanecesse por mais de 60 horas cumprindo um castigo que, na prática, nunca existiu.
BBB 26: Solange Couto está há mais de 60 horas cumprindo castigo que não existe / Reprodução: Globo
Foto: Mais Novela
A situação destoou de dinâmicas anteriores do programa. Na primeira semana, por exemplo, Aline Campos e Samira Sagr precisaram usar uma touca de pipoca por um período previamente definido pelo público. Desta vez, o Sincerão não estabeleceu nenhuma regra que obrigasse Solange Couto a manter o arco com folhas artificiais na cabeça. Ainda assim, a informação não foi esclarecida em nenhum momento pela produção, nem mesmo pelo apresentador Tadeu Schmidt, que voltou a conversar ao vivo com os confinados durante o paredão da terça-feira (28).
Uma interpretação que virou confusão
Durante a dinâmica, Tadeu Schmidt fez uma fala que acabou sendo interpretada de forma literal pela atriz. "Não vou te dizer quem te elegeu como planta. E a sua resposta não vai ser em 30 segundos. Você vai ter 24 horas por dia para provar que não merece ser chamada de planta", disse o jornalista. A mensagem, que fazia referência ao tempo integral do jogo, foi entendida por Solange Couto como um prazo limitado de apenas um dia para evitar uma possível substituição no elenco.
A confusão aumentou quando a atriz associou o uso da coroa a uma etapa do chamado Laboratório, dinâmica que já teve sua existência confirmada pela Globo, mas ainda sem detalhes divulgados ao público. Sem qualquer orientação oficial, Solange Couto seguiu acreditando que o acessório fazia parte de uma prova em andamento. O episódio chamou atenção dos espectadores e se tornou mais um exemplo de como interpretações internas podem gerar situações inusitadas dentro da casa.
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